5 Maneiras de Gastar Pouco em Nova York Sendo Estudante

5 maneiras de gastar pouco em Nova York sendo estudante.

Saiba como passar uma temporada em uma das cidades mais desejadas do mundo sem comprometer o seu orçamento

Conhecida como a “capital do mundo”, a cidade de Nova York é, sem dúvida, os dos destinos mais desejados pelos brasileiros que pretendem fazer intercâmbio no exterior. A “cidade que nunca dorme” é considerada um dos maiores centros culturais do planeta, reunindo pessoas de todos os países.

Para quem busca estudar fora, o grande número de cursos de idiomas e universidades existentes em Nova York e nas cidades vizinhas faz com que seja possível encontrar praticamente tudo por lá. Contudo, da mesma forma que Nova York é desejada, muitas pessoas ainda têm um certo receio com relação a uma estadia por lá por conta dos preços.

Entre as cidades norte-americanas, Nova York é, ao lado de San Francisco, uma das cidades com o custo de vida mais alto. Porém, não é porque as coisas costumam custar um pouco mais caro que você vai deixar passar a oportunidade de aproveitar.

Existem muitas experiências que podem fazer você economizar bastante por lá. Aqui, listamos 5 dicas para você gastar pouco em um intercâmbio em Nova York sendo um estudante, mas sem deixar de aproveitar as inúmeras atrações que a cidade oferece.

1 – Vá de metrô com o Unlimited Ride

O trânsito na cidade de Nova York não é dos melhores. Por conta disso, alugar um carro por lá é um item que deve estar entre as suas últimas opções. A melhor maneira de se locomover pela cidade é usando o eficiente sistema de transporte público, especialmente os metrôs. A boa notícia é que você não precisa gastar US$ 2,75 a cada vez que for utilizá-lo.

Uma boa dica é comprar os chamados Unlimited Rides, passes que permitem que você faça um número de viagens ilimitado por uma semana (US$ 32) ou por um mês (US$ 121). Sai muito mais em conta e você poderá conhecer a cidade inteira sem se preocupar se os seus créditos vão acabar ou não.

O metrô funciona durante 24 horas, mas nem todas as entradas ficam abertas após a meia-noite. Além disso, na madrugada, o número de trens é menor, portanto você ficará mais tempo esperando. Se possível, evite se locomover pela cidade na madrugada.

2 – Evite o cartão de crédito

Pode até ser mais cômodo fazer os pagamentos na cidade usando o cartão de crédito, mas se puder evite essa alternativa. É que a cada compra que você faz há incidência de IOF e, além disso, se o dólar subir, o valor a ser pago não é o do dia da compra e sim a cotação válida no dia do pagamento da sua fatura. Você fica na mão.

As melhores alternativas, portanto, são usar dinheiro em espécie ou ainda os cartões pré-pagos. Eles ajudam você a controlar quanto de dinheiro foi gasto e algumas operadoras contam com apps que permitem que você veja o saldo e o extrato do seu cartão em tempo real. Fugindo do cartão de crédito, você vai economizar bastante.

3 – Cuidado com as pequenas despesas

Um dos itens que pega muita gente desprevenida em viagens internacionais são as pequenas despesas. Comprar uma água mineral em Nova York, por exemplo, pode custar até US$ 4. A dica, portanto, é que você leve uma garrafinha de casa e evite gastos com itens supérfluos na rua. São essas pequenas despesas que no final do período vão representar um gasto considerável.

O mesmo vale para a alimentação. Quando estamos no Brasil, temos a consciência de que comer fora todos os dias pesa mais no orçamento no final do mês. Um dia ou outro, tudo bem. Porém, muitas das vezes uma refeição mais simples, feita em casa, é a melhor maneira de economizar um bom dinheiro durante a estadia.

4 – Use a abuse das atrações gratuitas

Há um grande número de atrações turísticas para você curtir nas suas horas de lazer e que têm valores baixos ou não custam nada. É o caso do Central Park, da Times Square, do High Line e do Chelsea Market: você não paga nada para estar em nenhum desses lugares.

Outras opções de baixo custo incluem o The Metropolitan Museum of Art e o Museu de História Natural. Ambos são imensos e suas entradas têm valor sugerido de US$ 25. Porém, essa taxa é uma sugestão apenas e você pode pagar US$ 1 se quiser, sem nenhum constrangimento. Outra dica: o MoMa, às sextas-feiras, entre as 16h e as 20h, tem entrada gratuita.

5 – Prefira hospedagem em casas

Um dos custos mais altos para aqueles que passam alguns dias em Nova York é sempre o hotel. As diárias nos hotéis mais simples não custam menos do que US$ 100, o que ao final de um mês pode representar um investimento muito alto. Assim, a melhor alternativa é recorrer às casas particulares.

O serviço é amplamente difundido na cidade e você vai encontrar desde opções simples, de um quarto em uma casa de família, até apartamentos inteiros com toda a infraestrutura necessária. Uma dica para conseguir preços mais baixos é procurar lugares mais afastados de Manhattan. Desde que você esteja próximo a uma estação de metrô, a economia nesse caso é garantida.

Sobre o autor: João Lucena

João Lucena foi Guia de Turismo, Agente de Viagens e proprietário de Agência de Viagem no Brasil. Mudou-se para os EUA ainda nos anos 80 e passou a atuar no setor hoteleiro e de restaurantes. Devido a paixão por viagens, dedica algumas horas diárias ao Viajando Online blog, trazendo dicas como; roteiros e destinos, promoções de passagens aéreas, hotéis, vistos de viagem e muito mais.

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